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Reforma Tributária do Consumo 6 min de leituraAtualizado em

NFS-e Nacional obrigatória no Simples em 1º de novembro de 2026: o que a prefeitura faz agora

A Resolução CGSN nº 191/2026 fixou em 1º de novembro de 2026 a obrigatoriedade da NFS-e de padrão nacional para ME e EPP do Simples, e as regras de CBS e IBS só valem a partir de 1º de janeiro de 2027. Marcos de vigência e providências municipais.

Atualizado em 8 de outubro de 2026: Resolução CGSN nº 191/2026 e habilitação antecipada do Emissor Nacional pelo município

Esta análise atualiza Simples Nacional e NFS-e: como prefeituras devem se preparar para 1º de novembro de 2026.

Prefeituras e equipes de administração tributária municipal

Resumo executivo

  • A Resolução CGSN nº 191/2026 prorrogou para 1º de novembro de 2026 a obrigatoriedade de emissão da NFS-e de padrão nacional para ME e EPP optantes do Simples Nacional.
  • A emissão deverá ocorrer pelo Emissor Nacional da NFS-e, seja pela aplicação web, seja por integração via API.
  • As regras relativas à CBS e ao IBS para optantes do Simples Nacional só passam a produzir efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027.
  • A resolução prevê o acesso municipal aos dados pelo Painel Municipal NFS-e; fora isso, não trata de providências específicas para a prefeitura além de acompanhar a mudança de padrão de emissão e a transição normativa.

Atualizações

  1. · Paulo Moraes

    Resolução CGSN nº 191/2026 e habilitação antecipada do Emissor Nacional pelo município

    O Painel Administrativo Municipal passou a permitir a habilitação antecipada dos optantes pelo Simples no Emissor Nacional. A funcionalidade atende municípios com emissores próprios.

    O que muda

    Painel municipal permite antecipar o Emissor Nacional. A administração municipal pode autorizar antecipadamente o uso dos Emissores Públicos Nacionais por todos os optantes pelo Simples Nacional estabelecidos em seu território, com base nas informações cadastrais do CNPJ.

    A funcionalidade já está disponível nos ambientes de Produção e de Produção Restrita.

    Quem na prefeitura é afetado

    A orientação aos gestores municipais é acessar o Painel Administrativo Municipal e realizar a configuração o quanto antes, oferecendo suporte aos contribuintes locais durante a transição.

    Para os municípios que já utilizam os Emissores Nacionais para todos os contribuintes, não haverá alteração.

    Prazos e vigência

    A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional deverá utilizar a NFS-e de padrão nacional emitida pelo Emissor Nacional relativamente à prestação de serviços sujeita à Nota Fiscal de Serviços (art. 1º da Resolução CGSN nº 191/2026, que altera o art. 59, § 1º, da Resolução CGSN nº 140/2018). Essa alteração produzirá efeitos a partir de 1º de novembro de 2026 (art. 3º, I, da Resolução CGSN nº 191/2026).

    A partir dessa data, os contribuintes enquadrados no Simples Nacional estarão habilitados a utilizar os Emissores Nacionais independentemente da opção municipal.

    A configuração antecipada é opcional (a administração municipal poderá autorizar), e a orientação aos gestores municipais é realizá-la o quanto antes, para estar em conformidade com a obrigatoriedade que vale a partir de 1º de novembro de 2026.

    Fontes: Nova funcionalidade no Painel Administrativo Municipal permite antecipar a adoção do Emissor Nacional para optantes pelo Simples Nacional; Resolução CGSN nº 191/2026

  2. · Paulo Moraes

    Painel Administrativo Municipal permite antecipar o Emissor Nacional para optantes pelo Simples

    Nova funcionalidade no Painel Administrativo Municipal permite antecipar a adoção do Emissor Nacional para optantes pelo Simples Nacional. A funcionalidade atende municípios com emissores próprios.

    O que muda

    Por meio de uma configuração simples no Painel Administrativo Municipal, a administração municipal poderá autorizar antecipadamente o uso dos Emissores Públicos Nacionais por todos os contribuintes optantes pelo Simples Nacional estabelecidos em seu território, com base nas informações cadastrais do CNPJ.

    A funcionalidade já está disponível nos ambientes de Produção e de Produção Restrita.

    Quem na prefeitura é afetado

    A orientação aos gestores municipais é acessar o Painel Administrativo Municipal e realizar a configuração o quanto antes, oferecendo suporte aos contribuintes locais durante a transição.

    Para os municípios que já utilizam os Emissores Nacionais para todos os contribuintes, não haverá alteração.

    Prazos e vigência

    A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional deverá utilizar a NFS-e de padrão nacional emitida pelo Emissor Nacional relativamente à prestação de serviços sujeita à Nota Fiscal de Serviços (art. 1º da Resolução CGSN nº 191/2026, que altera o art. 59, § 1º, da Resolução CGSN nº 140/2018). Essa alteração produzirá efeitos a partir de 1º de novembro de 2026 (art. 3º, I, da Resolução CGSN nº 191/2026).

    A partir dessa data, os contribuintes enquadrados no Simples Nacional estarão habilitados a utilizar os Emissores Nacionais independentemente da opção municipal.

    A configuração antecipada é opcional (a administração municipal poderá autorizar), e a orientação aos gestores municipais é realizá-la o quanto antes, para estar em conformidade com a obrigatoriedade que vale a partir de 1º de novembro de 2026.

    Fontes: Nova funcionalidade no Painel Administrativo Municipal permite antecipar a adoção do Emissor Nacional para optantes pelo Simples Nacional; Resolução CGSN nº 191/2026

O que a notícia informa

A Receita Federal divulgou que a Resolução CGSN nº 191/2026 tornou obrigatória a NFS-e de padrão nacional para microempresas e empresas de pequeno porte optantes do Simples Nacional a partir de 1º de novembro de 2026.

A emissão deve ser feita pelo Emissor Nacional da NFS-e, por aplicação web ou por integração via API.

A resolução revogou a Resolução CGSN nº 189/2026, que previa a obrigatoriedade para 1º de setembro de 2026.

Como fica a transição normativa

Até 31 de dezembro de 2026, as empresas do Simples Nacional permanecem sujeitas às regras próprias do regime simplificado.

De 1º de novembro de 2026 a 31 de dezembro de 2026, vale a obrigatoriedade de emissão da NFS-e nacional, sem aplicação das regras de CBS e IBS no âmbito do Simples Nacional.

A partir de 1º de janeiro de 2027, além da NFS-e nacional, passam a produzir efeitos as disposições relativas à CBS e ao IBS aplicáveis aos optantes do Simples Nacional, nos termos da regulamentação específica.

Efeito prático para a prefeitura

A notícia não detalha ajustes em sistemas locais, cadastro ou atendimento. A própria Resolução CGSN nº 191/2026, porém, prevê que os municípios acessam os dados da NFS-e nacional pela área restrita do Painel Municipal NFS-e, observados requisitos mínimos de segurança, e que a nota é elemento suficiente para a constituição do crédito tributário (Resolução CGSN nº 140/2018, art. 59, §§ 1º-C a 1º-E, na redação da Resolução CGSN nº 191/2026).

Para a administração tributária municipal, o ponto objetivo é acompanhar a migração para o Emissor Nacional da NFS-e pelos contribuintes do Simples Nacional que prestem serviços sujeitos à emissão do documento.

Também é necessário observar que a notícia não disciplina como ficará a integração com eventuais rotinas municipais já existentes, nem trata de procedimentos de adaptação local.

O que a prefeitura precisa fazer

01

Mapear contribuintes do Simples

Identificar as ME e EPP optantes do Simples Nacional que prestam serviços sujeitos à emissão de NFS-e para orientar a transição para o padrão nacional.

02

Orientar uso do Emissor Nacional

Informar que, a partir de 1º de novembro de 2026, a emissão deverá ocorrer pelo Emissor Nacional da NFS-e, por web ou API.

03

Separar os marcos de vigência

Distinguir a obrigatoriedade da NFS-e nacional, que começa em novembro de 2026, das regras de CBS e IBS, que só produzem efeitos em janeiro de 2027.

04

Registrar lacunas operacionais

Anotar que a Resolução CGSN nº 191/2026 não trata de ajustes de sistema ou integração local, salvo o acesso aos dados pelo Painel Municipal NFS-e, condicionado a requisitos mínimos de segurança.

Próximos prazos

Calendário completo da Reforma Tributária

Fontes consultadas

Rascunho produzido com apoio de IA a partir do corpus de fontes oficiais; verificado, editado e assinado por Paulo Moraes. Publicada em , atualizada em . A metodologia e o corpus de fontes estão descritos em como o IBSLab funciona; a autoria e a política de revisão, em equipe editorial. Conteúdo informativo; não substitui parecer jurídico ou fiscal para casos concretos.