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Turma piloto · lista de espera 16 horas previstas Equipes municipais

Curso de Reforma Tributária para municípios

Formação para a equipe do município entender e operar o IBS, a CBS, a NFS-e Nacional e a transição de 2026 a 2033 do ponto de vista de quem arrecada. A turma piloto está em montagem e a lista de espera está aberta.

Por que um curso de Reforma Tributária feito para municípios

A reforma do consumo troca o ISS, que a prefeitura legisla e cobra, por uma cota de um imposto nacional compartilhado. O que a cidade recebe passa a depender de cadastro, documento fiscal e participação institucional. É esse o recorte do curso.

O ISS sai da mão da prefeitura

De 2029 a 2033 a receita de serviços migra do ISS, que o município legisla e cobra, para a cota do IBS, distribuída pelo Comitê Gestor ainda sobretudo pelo coeficiente histórico do município e, numa parte que cresce até 2077, pelo local da operação. A equipe precisa entender de onde a receita passa a vir.

Cursos genéricos falam para a empresa

A maior parte da oferta de curso sobre a reforma é escrita para o contribuinte e o contador. Aqui o ponto de vista é o do fisco municipal: cadastro, documento fiscal, coeficiente de participação, cobrança e contencioso.

A transição já começou

2026 é o ano de teste de IBS e CBS, com campos obrigatórios nos documentos fiscais e a NFS-e Nacional entrando por etapas. Quem só se preparar em 2029 chega atrasado às decisões de receita.

Para quem

A formação foi desenhada para equipes que vão operar a Reforma Tributária na ponta, em áreas que precisam falar a mesma língua durante a transição.

  • Auditores fiscais municipais
  • Secretarias de Fazenda e arrecadação
  • Cadastro técnico e imobiliário
  • Tecnologia e dados
  • Procuradoria e contencioso
  • Atendimento e educação ao contribuinte

Programa previsto

Seis módulos progressivos, dos fundamentos da Emenda Constitucional 132 e da Lei Complementar 214 ao planejamento municipal da transição. A ementa ainda pode ser ajustada com as turmas.

  1. Módulo 1

    Fundamentos: EC 132, LC 214 e o modelo dual IBS/CBS

    A arquitetura constitucional e legal do novo sistema, as competências federativas e o que muda em relação ao ISS e ao ICMS.

  2. Módulo 2

    NFS-e Nacional, ADN e obrigações acessórias

    O documento fiscal padronizado, o Ambiente de Dados Nacional e as rotinas de emissão, recepção e obrigações acessórias.

  3. Módulo 3

    Split payment e liquidação financeira

    O recolhimento no momento do pagamento, a conciliação financeira e os efeitos nas compras públicas e na arrecadação municipal.

  4. Módulo 4

    CGIBS, coeficiente de participação e receitas

    A governança do Comitê Gestor, a distribuição do produto da arrecadação e o acompanhamento do coeficiente de participação do município.

  5. Módulo 5

    Cadastro imobiliário, CIB/Sinter, ITBI e IPTU

    A integração do cadastro imobiliário municipal ao CIB e ao Sinter e a operação de ITBI e IPTU no novo desenho da administração tributária.

  6. Módulo 6

    Transição 2026-2033 e planejamento municipal

    O cronograma da transição, os marcos de teste e a construção de um plano de preparação para a equipe do município.

Ao final da formação, a equipe será capaz de

  • Explicar o que a EC 132/2023 e a LC 214/2025 mudam na receita e na competência do município.
  • Ler o cronograma de 2026 a 2033 e apontar o que cada ano exige da equipe local.
  • Identificar os dados do documento fiscal e do cadastro que definem quanto o município recebe do IBS.
  • Acompanhar o coeficiente de participação e as decisões do Comitê Gestor que afetam a cidade.
  • Preparar a integração à NFS-e Nacional, ao ADN e ao CIB sem depender só do fornecedor de sistema.
  • Montar um plano de preparação da administração tributária para a transição.

Formato

Modalidade
Presencial in company ou online ao vivo
Carga horária
16 horas previstas (a definir com as turmas)
Conteúdo
Seis módulos, com casos e exercícios municipais
Datas e investimento
A definir na abertura da turma
Formação em produção

A turma piloto ainda está sendo montada: não há data de início, preço nem turma confirmada. Quem entra na lista recebe primeiro o aviso de abertura das inscrições e ajuda a definir prioridades e horários.

Perguntas frequentes

O curso já tem data e preço?

Ainda não. A turma piloto está sendo montada e a lista de espera serve para dimensionar a demanda, definir formato e calendário. Quem está na lista recebe a data e o investimento antes do anúncio público.

Entrar na lista gera algum compromisso?

Não. A lista é um cadastro de interesse: você recebe o aviso de abertura e decide se participa. Não há reserva de vaga paga nem contratação automática.

Qual a diferença para o curso de IA aplicada à administração tributária?

O curso de IA trata de como a equipe fiscal usa e supervisiona inteligência artificial na rotina tributária, e já pode ser contratado por proposta. Esta formação trata da própria Reforma Tributária: IBS, CBS, NFS-e Nacional, split payment, CGIBS e transição. Os dois se complementam.

Serve para quem não é auditor fiscal?

Sim. O programa foi desenhado para toda a equipe que opera a reforma no município: Fazenda, cadastro, tecnologia, procuradoria e atendimento. Os módulos partem dos fundamentos e não exigem formação jurídica ou contábil prévia.

Entre na lista da turma piloto

Deixe o contato da sua equipe. Quando a turma piloto abrir, avisamos por e-mail antes do anúncio público, sem compromisso de contratação.

  • O aviso de abertura, com data e investimento, vai primeiro para a lista.
  • Só nome e e-mail são obrigatórios. Município e cargo, se informados, ajudam a montar turmas por região e por área.
  • Você pode sair da lista a qualquer momento respondendo ao e-mail.
Ou escrever direto para comercial@aibot.app.br

Você recebe uma confirmação por e-mail e o aviso de abertura da turma, sem compromisso. Os dados são usados só para atender a este pedido (política de privacidade).